Ampulheta

A ausência do presente
Extingue.

A dormência do útero não se sente.
Não é, já, dormência,
Clausura.

A juventude é ainda, agora, perdura.
Mas hoje menos.

Mas amanhã menos.

É,
Mas menos,
menos,
menos.

MENOS!

menos…

(medo)

Desaba na consciência o sonho.

É tarde de ser cedo.

 

 

 

Terça-feira, 15 Março , 2011 – Coimbra, Portugal

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